O canto é uma das artes mais antigas de se fazer música. Existem várias classificações, de acordo com a altura: soprano, mezzo, contralto, tenor, barítono e baixo.
Apresenta vários estilos durante a passagem dos tempos, desde a Idade Média. Nestes períodos, várias foram as preferências de gosto tímbrico. Encontramos importantes representantes entre os troubadours, os trouvères e os Minnesingers dos séculos XI a XIII.
No século XV, o canto solista apresentava uma interpretação (que hoje poderia ser considerada como “oriental”) de caráter mais nasal, diferente dos atuais registros. Em meados do século XVI, alguns tratados mostram uma nova ênfase no canto, para vozes femininas, além das preferências masculinas anteriores.

Artista versátil que ao longo do tempo aliou a arte de seu canto à força de sua voz para tornar-se intérprete dos mais variados gêneros musicais.
Soprano integrante do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Mezzo-Soprano mineira radicada no Rio de Janeiro, formou-se em canto pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1992. Posteriormente, transferiu-se para Londres onde se aperfeiçoou com a professora Mary Thomas, da Royal Academy of Music. De volta ao Brasil, passou a integrar oro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e exerce carreira como cantora lírica, tendo atuado como solista à frente de várias orquestras, como a OSTMRJ, OSB, Orquestra Petrobrás Pró-Música, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Belo Horizonte entre outras.
Graduado em Música (Canto) pelo Centro Universitário Conservatório Brasileiro de Música, com Pós-Graduação em Canto Lírico.
Zelma Zaniboni é Bacharel em Canto lírico e em Antropologia. É Mestre em Música pelo PROMUS (UFRJ), onde desenvolveu um manual pedagógico destinado à fonética e dicção no canto.

Mestre em Ministério Cristão pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida – SBPV / Atibaia, SP e bacharel em música pela Faculdade Batista do Rio de Janeiro – FABAT.

